
Como Atua em Equinos
Mecanismo de troca catiônica e adsorção no trato digestivo
Adsorção de Micotoxinas
Clinoptilolita tem afinidade documentada por aflatoxina e reduziu a aflatoxina M1 no leite de vacas que a receberam na ração (Katsoulos et al., 2016)
Captura de Amônio
A alta CTC (150-200 meq/100g) captura amônio no trato digestivo; em equinos, não há estudos que indiquem benefício zootécnico nem dose estabelecida
Segurança Avaliada
A EFSA considerou a clinoptilolita segura para todas as espécies animais em até 1% da ração completa (EFSA FEEDAP, 2013)
Aplicações em Equinos
Uso como adsorvente na ração de equinos
Adsorção de Toxinas
Uso contínuo de 50-100g/dia, para adsorção de micotoxinas e amônia no trato digestivo, com afinidade documentada por aflatoxina. Indicado para cavalos em dietas com risco de contaminação por micotoxinas.
* Doses de referência. Podem ser revisadas por profissionais habilitados, como médicos-veterinários, agrônomos, zootecnistas, químicos e engenheiros de alimentos, entre outros, pois títulos e habilitações variam entre países; organismos regulatórios locais também podem estabelecer limites próprios.
Especificações Técnicas para Equinos
| Capacidade de Troca Catiônica (CTC) | 150-200 meq/100g |
| Mecanismo de Ação | Adsorção de toxinas e amônia (troca catiônica) |
| Dosagem Cavalos Adultos | 50-100g/dia* |
| Dosagem Potros | 25-50g/dia* |
| Forma de Administração | Misturado à ração |
| Segurança | Antiaglomerante e adsorvente na lista de aditivos do MAPA |
* Doses de referência. Podem ser revisadas por profissionais habilitados, como médicos-veterinários, agrônomos, zootecnistas, químicos e engenheiros de alimentos, entre outros, pois títulos e habilitações variam entre países; organismos regulatórios locais também podem estabelecer limites próprios.
Estudos Científicos
Os poucos estudos publicados em equinos avaliaram só parâmetros sanguíneos ou usaram misturas com outros materiais; não há evidência de benefício zootécnico nem dose estabelecida por estudos na espécie
Perguntas Frequentes
* Doses de referência. Podem ser revisadas por profissionais habilitados, como médicos-veterinários, agrônomos, zootecnistas, químicos e engenheiros de alimentos, entre outros, pois títulos e habilitações variam entre países; organismos regulatórios locais também podem estabelecer limites próprios.