
Benefícios Estudados em Aquicultura
Estudos avaliaram o uso na ração de peixes e camarões
Ganho de Peso em Tilápias
Clinoptilolita natural na ração de tilápia-do-nilo, de 1% a 5%, aumentou o ganho de peso (Abbas et al., 2021; Al Amir & Ali, 2022)
Menos Amônia na Água
Tilápias alimentadas com ração contendo clinoptilolita tiveram menos amônia total na água dos tanques (Abbas et al., 2021; Al Amir & Ali, 2022)
Conversão em Camarão
Com 5% de zeólita do tipo clinoptilolita na ração, o camarão-branco teve melhor conversão alimentar, sem diferença na sobrevivência (Kim et al., 2025)
Aplicações em Aquicultura
Soluções para a nutrição de peixes e camarões
Aditivo Alimentar - Tilápias
Inclusão na ração de tilápias. Estudos testaram de 1% a 5% de clinoptilolita natural na ração e observaram maior ganho de peso (Abbas et al., 2021); num ensaio de 1% a 3%, o melhor resultado foi com 3% (Al Amir & Ali, 2022).
Aditivo Alimentar - Bagres e Camarões
Inclusão na ração de bagres e camarões. Não localizamos estudos com o pó na ração de bagres. Em camarão-branco, 5% de zeólita do tipo clinoptilolita na ração (dose testada no estudo) melhorou a conversão alimentar, sem diferença de sobrevivência (Kim et al., 2025); em camarão de rio, 8% reduziu a sobrevivência (Senmache et al., 2020).
* Doses de referência. Podem ser revisadas por profissionais habilitados, como médicos-veterinários, agrônomos, zootecnistas, químicos e engenheiros de alimentos, entre outros, pois títulos e habilitações variam entre países; organismos regulatórios locais também podem estabelecer limites próprios.
Especificações Técnicas para Aquicultura
| Capacidade de Troca Catiônica (CTC) | 150-200 meq/100g |
| Mecanismo de Ação (Ração) | Adsorção de toxinas e amônio no trato digestivo |
| Dosagem Tilápias (Ração) | 1-5% da ração* |
| Dosagem Bagres/Camarões (Ração) | 1-3% da ração* |
| Espécies Estudadas | Tilápia-do-nilo, camarão-branco, camarão de rio |
| Segurança | Antiaglomerante e adsorvente na lista de aditivos do MAPA |
* Doses de referência. Podem ser revisadas por profissionais habilitados, como médicos-veterinários, agrônomos, zootecnistas, químicos e engenheiros de alimentos, entre outros, pois títulos e habilitações variam entre países; organismos regulatórios locais também podem estabelecer limites próprios.
Perguntas Frequentes
* Doses de referência. Podem ser revisadas por profissionais habilitados, como médicos-veterinários, agrônomos, zootecnistas, químicos e engenheiros de alimentos, entre outros, pois títulos e habilitações variam entre países; organismos regulatórios locais também podem estabelecer limites próprios.